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8 passos essenciais para o sucesso de um plano de recuperação de desastres

Esse processo é capaz de prever falhas e evitar que grandes problemas aconteçam. Portanto é fundamental para garantir a continuidade dos negócios.

 

As empresas estão cada vez mais dependentes da tecnologia para executar seus processos. Portanto, possíveis problemas, sejam eles técnicos, erros humanos, ciberataques ou desastres naturais, podem afetar a continuidade dos negócios e trazer muitos prejuízos financeiros.

Assim, para garantir o mínimo de paradas possíveis e manter a disponibilidade dos sistemas tecnológicos utilizados nas empresas, é necessário desenvolver o que chamamos de Plano de Recuperação de Desastres (Disaster Recovery Plan - DRP).

O Plano de recuperação de desastres é focado em minimizar as interrupções e recuperar o mais rápido possível as operações. Por isso, é fundamental que as empresas tenham um projeto bem estruturado para manter o bom funcionamento de seus sistemas.

Para criar um DRP de sucesso, é fundamental que a equipe de TI siga um passo a passo, definindo as prioridades de sua empresa. Quer saber como colocar esse plano em prática? Acompanhe o conteúdo a seguir!

O que é plano de recuperação de desastres e qual a importância?

Recuperação de desastres é um conjunto de processos e medidas que devem ser colocados em prática caso algum problema aconteça e afete os sistemas corporativos, como nos casos de incêndio, assaltos, ações de cibercriminosos, entre outros.

O plano desenvolvido pela empresa deve ter como objetivo prever e antecipar esses cenários para que as melhores medidas sejam tomadas rapidamente e os efeitos negativos sejam minimizados.

 

Saiba mais

 

Os principais benefícios do plano de recuperação de desastres são:

  • Minimização da interrupção das atividades comerciais;
  • Aumento da disponibilidade dos sistemas, reduzindo atrasos;
  • Aumento do nível de segurança da informação;
  • Elevação da confiabilidade dos backups realizados;
  • Maior rapidez na restauração das operações em caso de problemas.

Ter um plano de recuperação de desastres bem estruturado é indispensável para que as empresas possam lidar com momentos de crise, protegendo seus dados e dos clientes, tendo assim, os menores prejuízos possíveis. 

Portanto, acompanhe a seguir um passo a passo de como desenvolver um plano de recuperação de desastres de sucesso:

8 passos essenciais para o sucesso de um plano de recuperação de desastres

  1. Conheça todos os riscos potenciais

O primeiro passo para um DRP bem-sucedido é estar preparado para todos os possíveis problemas. Apenas após definir as principais ameaças e riscos que podem afetar os negócios é que as empresas poderão definir quais ações e medidas deverão ser adotadas em cada situação.

  1. Faça um inventário completo de todos os equipamentos

Outro passo inicial importante é ter o total controle de todos os itens existentes na empresa, como hardwares, softwares e periféricos que se conectam à rede corporativa.

Esse ponto é extremamente importante para a cibersegurança da empresa. Por isso, todas as ferramentas e tecnologias devem ser consideradas, assim como os serviços em Nuvem e endpoints utilizados por colaboradores, fornecedores e etc.

  1. Defina as prioridades

A empresa precisa se perguntar “Em caso de recuperação de algum desastre, quais os arquivos críticos?” A partir disso, serão definidos quais aplicativos, dados e sistemas são fundamentais para a continuidade dos negócios e, por isso, devem ser prioridade no momento de recuperação.

  1. Estabeleça as métricas RTO e RPO

Esses dois indicadores são fundamentais para determinar os níveis de danos que a empresa consegue suportar, ou seja, o tempo de inatividade aceitável. Para isso, temos o RTO que significa Objetivo de Tempo de Recuperação e permite que as empresas calculem a rapidez necessária para se recuperar sem sofrer prejuízos.

Enquanto isso o RPO indica o Objetivo de Ponto de Recuperação que é a métrica que analisa a tolerância a perdas da empresa a relação de dados. Assim, é possível entender até que ponto a organização pode “se dar ao luxo” de operar sem esses dados antes que os negócios comecem a sofrer.

  1. Crie uma estratégia de trabalho remoto

Aconteceu um incidente, como a empresas vai continuar a sua rotina, atendendo clientes, fornecedores e parceiros? No plano é preciso estar definido quais as ações de cada colaborador. Como é o trabalho home office para o período de recuperação, quais os dispositivos permitidos para acessarem as informações, quais os logins e senhas para cada usuário.

  1. Realize testes periodicamente

Um plano de recuperação de desastres em TI apenas é totalmente preciso quando é posto em prática. Entretanto, uma empresa não pode esperar um problema acontecer para testá-lo.

Por isso, é crucial realizar simulações com os funcionários para testar todas as ações que devem ser tomadas. Além disso, a empresa deve oferecer treinamentos para garantir que a equipe aja corretamente.

  1. Faça backups seguros

A qualidade e flexibilidade do backup é tão fundamental quanto a frequência. Portanto, as empresas precisam contar com soluções modernas que permitam realizar a restauração de um único item, de forma prática e rápida, a partir de uma interface gráfica em que o aplicativo possa ser selecionado, sem que haja a necessidade de se analisar os arquivos do backup inteiro.

Para isso, é necessário investir em uma solução de backup ágil capaz de simplificar o processo e oferecer interfaces centralizadas para a execução da operação.

O Arcserve UDP Cloud Hybrid Secured pode ser a solução para esse ponto. Ele atende aos modernos requisitos de TI e permite a criação de uma estratégia coesa de segurança, proteção e retenção de dados.

Assim, as empresas conseguem se adaptar mais facilmente às mudanças rápidas dos requisitos de negócios e atender sempre as métricas de RTO e RPO.

  1. Conte com a parceria de especialistas

Muitas corporações não possuem uma equipe de TI especializada. No entanto, isso não pode ser uma desculpa para não realizar uma recuperação de desastres com sucesso. 

Para isso, fechar parcerias com especialistas no assunto pode ser a melhor saída. Eles podem ajudar a organização a analisar seu ambiente de forma imparcial e com um olhar mais crítico sobre quais são os principais riscos e, consequentemente, quais devem ser as prioridades do plano.

Ainda que a probabilidade de um desastre acontecer seja incerta, esperar alguma complicação acontecer pode ser um grande erro. Por isso, é essencial se preparar previamente e contar com um plano de recuperação.  

 

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