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O que é cryptojacking e como ele pode prejudicar as empresas?

Conheça o criptojacking, uma ameaça online que pode causar danos significativos aos negócios dos seus clientes!  

Você já alertou os seus clientes a respeito do criptojacking? Apesar de ser relativamente novo e ainda pouco falado, esse cibercrime já se transformou em uma das ameaças virtuais mais comuns. Inclusive, há muitos indícios que o apontam como um dos principais riscos do mundo digital.  

Na grande maioria das vezes, a atuação do cryptojacking passa despercebida e quando há sinais de que algo está errado, a empresa já pode ter sido bastante prejudicada. Em consequência disso, entender todos os detalhes dessa “nova” ameaça digital faz toda a diferença para que ela possa ser combatida ou, no mínimo, evitada. 

Acompanhe todas as informações que você precisa saber: 

O que é criptojacking? 

O criptojacking é uma nova tática da qual os cibercriminosos invadem e se escondem nos computadores e demais dispositivos (celulares, tablets e mais), a fim de apossar-se dos recursos computacionais e utilizá-los para efetuar a mineração de criptomoedas (como bitcoins) às custas das empresas. Por esse motivo, essa prática também ficou conhecida como "criptomineração maliciosa". 

Utilizando operações sofisticadas, os hackers conseguem prejudicar as corporações de inúmeras maneiras, como, por exemplo, lesando os servidores de rede das empresas, assim como seus computadores e celulares corporativos, tornando os processos mais lentos e, consequentemente, ocasionando quedas no desempenho, na produtividade e em outros fatores importantes. 

Como qualquer outra ação cibercriminosa, esse vírus minerador de bitcoin visa obter lucros significativos. Entretanto, a grande diferença desta ameaça virtual está na capacidade de se manter completamente “camuflada” e silenciosa, diferentemente de outros ataques. 

Todavia, o principal motivo por trás dos ataques de criptojacking, assim como qualquer outro crime digital, é a ambição por geração de lucros, sem necessariamente precisar de algum investimento ou usar artifícios próprios. Ou seja, as empresas correm o risco de ter um usuário incorporado em seus dispositivos, sem conhecimento, podendo esse usufruir dos recursos que julgar necessários.   

Acesse o Gartner Report e obtenha um panorama completo!

Cryptojacking: como funciona? 

Logo, de que forma o criptojacking age perante as corporações? Essa ameaça virtual opera de maneiras diversificadas, como, por exemplo, funcionando por meio de um malware tradicional. Assim que um colaborador clica em determinado link suspeito, geralmente enviado via e-mail, ele garante a entrada de cibercriminosos que passam a transferir códigos de criptomineração diretamente para aquele dispositivo. 

Quando o computador, celular ou tablet corporativo é infectado, inicia-se o processo de criptomineração silenciosamente em segundo plano, sem apontar problemas óbvios para a empresa. Esse malware também ajuda a desativar scanners de segurança, entre outros mecanismos de defesa que consigam detectar a sua presença. 

Criptomineração drive-by 

Os cibercriminosos também podem atingir as empresas por meio de criptomineração "drive-by". Esse termo surgiu em decorrência de exploits publicitários alojados em websites comprometidos, que realizam a integração de um código JavaScript em determinada página na web, a fim de implementar a mineração das criptomoedas nos dispositivos dos usuários por meio de tráfego digital, ou seja, por meio daqueles que visitam o site.  

A grande distinção do modo “drive-by” para os outros, é que a própria página solicita a permissão dos usuários para utilizar os dispositivos, enquanto o mesmo no site. Isso ocorre, principalmente, em páginas de jogos online, em que o visitante permanece conectado durante um longo período de tempo.  

Além desta, há também as versões mais maliciosas no modelo “drive-by”, não solicitando a permissão dos usuários para atingir os dispositivos empresariais. Muitos sites e hackers utilizam esse método para comprometer os visitantes de modo despercebido, mas sempre com o mesmo propósito: minerar moedas digitais.  

Contudo, é importante entender que os scripts de criptojacking não danificam, de modo direto, os dados das vítimas, diferentemente do Ransomware, onde os hackers invadem os sistemas para criptografar dados e solicitar o resgate das informações, em uma espécie de “sequestro digital”. Entretanto, captar os recursos dos dispositivos tem sim as suas consequências, principalmente quando falamos de empresas. 

Veja quais são elas e como detectar a presença do criptojacking na rede corporativa: 

Como detectar a invasão do criptojacking? 

Quando um hacker invade o computador de uma pessoa física, as chances de causar um grande problema é pequeno. Entretanto, quando falamos de negócios, a tendência é que o ataque de criptojacking cause custos expressivos para as empresas.  

Um dos principais indicadores de que existe a presença de um ataque criptojacking é a lentidão excessiva nos computadores e sistemas. Quando a equipe de TI ou os próprios funcionários em geral, sentirem que o desempenho do hardware está baixo, vale a pena prestar atenção! 

Outro fator é o aumento considerável nas despesas com eletricidade, já que o hacker ficará operando nos dispositivos por quanto tempo achar preciso. 

Como proteger as empresas contra a ameaça criptojacking? 

Após entender o que é este cibercrime e como orientar os seus clientes, chegamos ao grande questionamento: como proteger os negócios contra essa nova ameaça virtual? Para esse fim, separamos alguns tópicos super importantes: 

  • Bloquear o JavaScript

Uma das soluções mais viáveis para proteger os negócios contra os hackers é desabilitar o código JavaScript nos navegadores adotados pela corporação.  

Essa ação deve ser tomada, pois, o JavaScript é o script mais comum e presente nos sites, facilitando a invasão dos cibercriminosos para o processo de criptomineração.  

Uma boa alternativa para as empresas é optar por extensões gratuitas nos navegadores ou recorrer a recursos, ferramentas e plataformas mais seguras.  

  • Investir em cibersegurança

Em meio a Era Digital, em que há diversos ataques virtuais surgindo constantemente, principalmente em decorrência da pandemia do coronavírus, onde fortaleceu a implementação do modelo híbrido e remoto nas empresas, sem dúvidas, investir em cibersegurança tornou-se crucial para manter os dados, sistemas e ferramentas seguros contra qualquer possível ataque virtual.  

Há diversas alternativas tecnológicas que podem ser implementadas para manter a empresa protegida não somente contra ameaças de criptojacking, como de várias outras também. Nesse cenário é indispensável estabelecer um plano estratégico de TI e também montar uma equipe de TI capacitada para lidar com esses desafios.   

  • Orientar os colaboradores 

Os funcionários são a chave que movem quaisquer corporações, sejam elas pequenas, médias ou grandes. Em vista disso, é imprescindível disponibilizar treinamentos ou, simplesmente, orientá-los sobre a importância de tomar cuidado ao abrir e-mails maliciosos, clicar em links que não parecem muito seguros e mais, lembrando-os que é dessa maneira que o vírus minerador de bitcoins invade os dispositivos. 

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