<img height="1" width="1" style="display:none" src="https://www.facebook.com/tr?id=1159528794088341&amp;ev=PageView&amp;noscript=1">

BLOG SYNNEX WESTCON-COMSTOR
O blog dos negócios de TI.

Como garantir a segurança da infraestrutura e aplicações em múltiplas nuvens?

Para uma efetiva proteção desses ambientes, é necessário tomar algumas medidas durante a migração. Confira a seguir quais são elas! 

 

Migrar para ambientes de Hybrid Multi-Cloud tem sido uma estratégia essencial para organizações que visam investir na Transformação Digital de seus negócios para acompanhar o mercado competitivo atual.  

Ela oferece benefícios de custo e eficiência, mas também torna o processo de gerenciamento mais complexo, exigindo mais atenção e recursos de pessoal. Essa complexidade é o resultado de cada nuvem ter seus próprios sistemas e configuração em silos. 

Além disso, com cada vez mais aplicações baseadas em nuvem, as empresas precisam lidar com novos riscos de segurança que exigem conhecimentos que normalmente são escassos e que podem atrasar a implantação e manutenção da estratégia baseada em múltiplas nuvens. 

Pensando nisso, preparamos este conteúdo com dicas importantes para que seus clientes sejam capazes de garantir a segurança de sua infraestrutura e aplicações na era do Hybrid Multi-Cloud. Acompanhe! 

O que muda na segurança da infraestrutura e aplicações em múltiplas nuvens? 

Com a adoção de serviços em Nuvem de diferentes fornecedores, o perímetro de segurança não abrange mais apenas a rede local - agora se estende a uma infinidade de aplicativos em nuvem usados para cargas de trabalho essenciais aos negócios.   

Por isso, as empresas precisam estar preparadas para lidar com funcionários que esperam poder colaborar e acessar recursos de qualquer lugar e a qualquer hora, usando todos os tipos de dispositivos.  

Nessa nova realidade, as cargas de trabalho em uma nuvem podem não ser visíveis para os profissionais de operações de TI que estão encarregados de proteger as cargas de trabalho em outra, o que acaba facilitando o trabalho dos cibercriminosos. 

Isso acontece, pois ambientes com várias nuvens fornecem aos hackers uma superfície de ataque maior, especialmente quando a organização utiliza várias nuvens públicas.  

Desse modo, quanto mais aplicações uma empresa tiver em execução na nuvem, maior será a probabilidade de ocorrer um incidente de configuração incorreta ou exposição de dados. 

Portanto, é necessário investir em uma abordagem com visibilidade e gerenciamento centralizados para garantir a proteção e a conformidade de todas as aplicações em vários ambientes simultaneamente. 

Segurança na Multicloud é uma responsabilidade compartilhada  

A segurança da Cloud Computing é uma responsabilidade compartilhada entre o provedor de nuvem e seus clientes. Existem basicamente três categorias de responsabilidades no Modelo de Responsabilidade Compartilhada: responsabilidades que são sempre do provedor, responsabilidades que são sempre do cliente e responsabilidades que variam dependendo do modelo de serviço utilizado, como SaaS, PaaS e IaaS.    

As responsabilidades que são sempre do provedor estão relacionadas à proteção da própria infraestrutura, bem como ao acesso, patching e configuração dos hosts físicos e da rede física na qual as instâncias de computação são executadas e o armazenamento e outros recursos residem.  

Agora, as responsabilidades dos clientes incluem o gerenciamento de usuários e seus privilégios de acesso para evitar acessos não autorizados, a criptografia e proteção de ativos de dados baseados em nuvem e também a gestão da conformidade.   

Como ter uma nuvem segura?

Portanto, para que as empresas consigam realizar todas as suas obrigações, é crucial contar com uma solução nativa na nuvem que seja capaz de oferecer visibilidade centralizada e um controle granular baseado em políticas.  

Como garantir a segurança da infraestrutura e aplicações em múltiplas nuvens? 

Para uma efetiva proteção de aplicações em múltiplas nuvens, as empresas precisam padronizar os processos de implantação nas nuvens e garantir que a segurança da rede e as políticas de acesso sejam padronizadas e aplicadas nas nuvens. 

Além disso, algumas medidas precisam ser colocadas em prática, tais como: 

Contar com uma política comum de rede e segurança  

Um dos principais desafios para implantações de múltiplas nuvens é que, geralmente, os provedores de nuvem têm arquiteturas proprietárias diferentes construídas em estruturas, interfaces de programação de aplicativos (APIs) e conjuntos de ferramentas específicos para seu ambiente. 

Portanto, uma solução eficaz de Hybrid Multi-Cloud deve fornecer uma rede comum e uma estrutura de segurança que possa abranger todas as nuvens utilizadas de maneira contínua.   

Isso requer a abstração da funcionalidade nativa da nuvem com APIs, a centralização do gerenciamento, a configuração e a orquestração de políticas, e, em seguida, um gerenciamento dinâmico de conexões entre nuvens usando automação. 

Adotar uma gestão de identidades e acessos (IAM) granular com base em políticas e controles de autenticação em infraestruturas complexas 

Por meio da solução certa, as empresas conseguem conceder apenas os privilégios de acesso mínimos a ativos e APIs que são essenciais para um grupo ou função realizar suas tarefas.  

Assim, além de cada usuário acessar apenas o necessário para sua função, é possível exigir maiores níveis de autenticação para aqueles com maiores privilégios.    

Compreender o conceito de modelos de responsabilidade compartilhada 

Além da visibilidade e o gerenciamento centralizado serem prioridades, a organização deve considerar o conceito de responsabilidade compartilhada desde o início de seu processo de migração de aplicações para múltiplas nuvens. 

Determinar quais serão os trabalhos do provedor do serviço e o que será direcionada à TI interna ajudará as equipes a se planejarem melhor.  

É fundamental se lembrar de que o provedor é responsável por proteger a nuvem em si, mas a organização deve proteger todas as aplicações colocadas na Cloud. 

Portanto, é necessário se certificar de que suas cargas de trabalho estejam protegidas, os dados sejam compatíveis e o controle de acesso seja administrado adequadamente. 

Utilizar um firewall de aplicativo web (WAF) próxima geração  

O WAF é capaz de inspecionar e controlar o tráfego de servidores de aplicativos da web. Ele é um tipo de firewall criado para combater as ameaças que estão além das capacidades dos Firewalls tradicionais 

O Firewall de Aplicações Web é diferente, pois protege os aplicativos web internos contra ataques externos sofisticados na camada do aplicativo. Para isso, ele cria uma barreira entre o seu serviço baseado na web e todo o resto da Internet, bloqueando e protegendo as aplicações de ações criminosas. 

Priorizar a governança da nuvem e da segurança do controle de acesso 

A governança da nuvem se refere ao gerenciamento de pessoas, processos e outros ações envolvidas com as políticas e padrões de ambientes com várias nuvens.  

Para isso, é necessário ter equipes centralizadas de gerenciamento de várias nuvens para evitar lapsos de controle de acesso. Além disso, é necessário levar em consideração o controle de configurações, implantações e políticas de segurança entre nuvens.  

Por isso, as empresas devem considerar a priorização da automação da governança antes de iniciativas como a otimização de gastos ou a utilização de tecnologia de contêiner. 

Aumentar a visibilidade das aplicações e da carga de trabalho nas implantações 

A visibilidade é uma peça-chave para desenvolver uma estratégia de Hybrid Multi-Cloud de sucesso. E embora alguns provedores de nuvem ofereçam ferramentas de visibilidade de rede, muitas delas não são realmente efetivas em ecossistemas com várias nuvens. 

Por isso, a empresa deve garantir que cada carga de trabalho seja protegida, que nenhuma integração exponha informações confidenciais e que os aplicativos permaneçam disponíveis para os usuários. 

Uma maneira de conseguir isso é investindo em plataformas de gerenciamento de nuvem projetadas especificamente para gerenciamento de múltiplas nuvens. Elas podem gerenciar e monitorar qualquer ativo.  

Além disso, são capazes de consolidar as informações em uma fonte central e fornecer um painel único para garantir a visibilidade da proteção da carga de trabalho, dos componentes e da conformidade. 

Os ambientes com várias nuvens vieram para ficar. No entanto, sem soluções e estratégias adequadas, podem apresentar riscos para os quais muitas organizações não estão preparadas. 

Por isso as empresas precisam se atualizar e investir em soluções ideais para essa nova realidade. Apenas assim será possível garantir proteção de sua infraestrutura e aplicações desde o início da migração para Hybrid Multi-Cloud  

Posts relacionados

5 dicas para melhorar a colaboração virtual no home office

A tendência do home office, impulsionada em um primeiro momento pela pandemia do coronavírus e a necessidade de isolamento social, veio para ficar. 

Como adaptar o desempenho de redes das operadoras regionais às mudanças no consumo de banda?

Cada vez mais, as plataformas on-demand, serviços de streaming e aplicações na nuvem estão se tornando realidade no dia a dia dos brasileiros. Esses serviços possibilitam aos usuários consumirem ou acessarem conteúdos em tempo real por meio de uma conexão de qualidade.

Impactos da pandemia na Transformação Digital de Empresas

Ninguém poderia imaginar que o novo coronavírus (Covid-19) iria se espalhar pelo mundo e alcançaria o nível pandêmico, forçando todos – empresas e pessoas – a se adaptarem a uma nova realidade: o trabalho remoto.

Escreva seu comentário